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Setor · Saúde

O profissional cuida.
O registro se escreve
sozinho.

Parte do turno da enfermeira, do médico e do time assistencial é gasta em digitação. A conversa que já acontece durante o cuidado vira prontuário estruturado, com confirmação humana obrigatória antes de virar registro oficial.

Redes hospitalarescom operação em produção sobre a plataforma
Confirmação humanaobrigatória: nenhum registro clínico nasce sem revisão do profissional
Até 6 semanasdo piloto ao uso diário na rotina assistencial

O que já roda neste setor

PowerCare
A visita da enfermeira vira prontuário estruturado, revisado pelo profissional
Descrição cirúrgica assistida
Apoio ao registro do procedimento em rede hospitalar
Agendamento e confirmação
Agentes marcam, confirmam e reduzem falta na agenda
Dado sensível
Tratamento desenhado com o jurídico do cliente antes de qualquer piloto

O que trava aqui

O tempo do profissional assistencial
é o recurso mais caro do hospital.

E uma parte relevante dele é consumida por preenchimento de formulário, muitas vezes de memória, horas depois do atendimento.

  • Registro feito de memória.O prontuário é preenchido no fim do turno, com informação faltando.
  • Profissional caro digitando.Enfermeira e médico gastam tempo assistencial em tarefa administrativa.
  • Falta na agenda.Consulta e exame não confirmados geram sala vaziada e receita perdida.
  • Telefone que não escala.Agendamento e dúvida simples travam a central em horário de pico.

Do cuidado ao prontuário

1
O atendimento acontece normalmenteSem tablet no meio da consulta, sem formulário aberto durante o cuidado.
2
Captura com aviso e base legalUso combinado com a instituição, o time e o paciente, documentado antes do piloto.
3
Estruturação no padrão da instituiçãoCampos, vocabulário e modelo de registro da sua área assistencial.
4
O profissional revisa e aprovaConfirmação humana obrigatória. Nada entra no prontuário sem passar por gente.
5
Registro oficialGravação no sistema, com quem aprovou e quando.

O que colocamos para rodar

O que já roda em saúde.

Duas frentes distintas: aliviar o registro de quem cuida e tirar do telefone o que pode ser resolvido por mensagem.

PowerCare na visita

A conversa da visita domiciliar ou do leito vira prontuário estruturado, pronto para revisão em minutos, ainda com o caso fresco.

PowerUpdate para o médico

O médico manda uma mensagem no WhatsApp contando a evolução do paciente, e o prontuário se atualiza sozinho. Sem abrir sistema entre uma consulta e outra.

Descrição cirúrgica assistida

Apoio ao registro do procedimento, reduzindo o tempo entre a cirurgia e a documentação completa.

Agendamento e confirmação

O agente marca, lembra e confirma pelo canal do paciente, reduzindo falta sem aumentar a central.

Atendimento de dúvidas

Preparo de exame, rede credenciada e orientação administrativa respondidos 24/7, com escalonamento clínico para humano.

Ponto a ponto da rede

Da recepção ao centro cirúrgico.

A operação não precisa começar pelo assistencial. Em várias instituições o primeiro ganho vem da agenda e do administrativo, onde o risco é menor e o número aparece rápido.

Recepção e agenda

Agendamento, lembrete e confirmação no canal do paciente. Reduz falta sem contratar mais gente para a central telefônica.

Consultório e ambulatório

A consulta vira registro estruturado, revisado pelo profissional, em vez de formulário preenchido depois de memória.

Internação e leito

A passagem de plantão e a evolução deixam de depender de digitação no fim do turno.

Centro cirúrgico

Descrição cirúrgica assistida, encurtando o caminho entre o procedimento e a documentação completa.

Home care e visita domiciliar

PowerCare estrutura a visita fora do hospital, onde o acesso ao sistema é pior e o registro se perde mais.

Faturamento e glosa

Power Ops lê o documento, confere contra a regra do convênio e lança, reduzindo glosa por erro de digitação.

Conformidade do setor

Dado de saúde é dado sensível.
O desenho começa pelo jurídico.

Nada em saúde entra em produção sem base legal definida, finalidade declarada e o time clínico de acordo. Orientação clínica não é tarefa de agente: dúvida assistencial escala para o profissional.

  • Base legal para dado sensíveldefinida com o encarregado da instituição antes do piloto.
  • Confirmação humana obrigatóriaem todo registro clínico gerado com apoio de IA.
  • Sem orientação clínica autônoma.O agente informa e organiza, não diagnostica nem prescreve.
  • Retenção e descartecom prazo acordado em contrato.
  • Isolamento por instituição, com dado tokenizado.

Já auditados por comitês de segurança de redes hospitalares. Conteúdo de conversa clínica não circula fora do escopo autorizado no contrato.

Entregue ao seu comitê

RIPD/DPIA
Relatório de impacto para tratamento de dado sensível de saúde
Inventário ROPA
Finalidade e base legal de cada fluxo assistencial e administrativo
Plano de incidentes
SLA por severidade, com comunicação ao encarregado da instituição
Escopo clínico
Documento do que o agente pode e do que sempre escala para o profissional
TLS 1.3 e AES-256MFA e SSOTokenização de PIIIsolamento multi-tenantAlinhado a SOC 2 e ISODPO nomeado

Por onde começar

As linhas que atendem este setor.

Dúvidas frequentes

Perguntas que sempre chegam.

O agente dá orientação clínica ao paciente?

Não. O escopo é administrativo e organizacional: agendamento, confirmação, preparo de exame, rede credenciada e orientação de fluxo. Qualquer dúvida assistencial escala para o profissional de saúde, e isso está escrito no documento de escopo entregue à instituição.

Como o paciente é avisado da captura?

O aviso, o momento da coleta e o que acontece quando alguém recusa são definidos com o jurídico da instituição antes do piloto. Recusa não bloqueia atendimento: o registro volta a ser feito do jeito tradicional.

O prontuário gerado tem valor de registro oficial?

Depois da confirmação do profissional, sim, dentro do sistema da instituição. O que a IA entrega é uma proposta de registro estruturada; a responsabilidade e a assinatura continuam humanas.

Funciona no barulho de um leito ou de um centro cirúrgico?

A homologação usa áudio real do ambiente da instituição, e o critério mínimo de aprovação é acordado antes. Se não passa no ambiente real, não entra em produção.

Integra com o nosso prontuário eletrônico?

Pelo gateway seguro de API, quando o fornecedor do prontuário expõe integração, que é o caso da maioria dos sistemas usados em rede hospitalar hoje. Quando não expõe, o caminho é definido junto com o seu time de TI e com o fornecedor na descoberta, antes de qualquer compromisso de prazo.

Se o registro sair errado, de quem é a responsabilidade?

A responsabilidade pelo registro clínico continua sendo do profissional que assina, como já é hoje. O que muda é que ele revisa um rascunho estruturado em vez de escrever do zero. A Powerbizz responde pela operação: qualidade do que é proposto, disponibilidade e correção do que for identificado, com SLA por severidade.

Quem tem acesso ao conteúdo capturado?

Somente quem a instituição autorizar, com isolamento por cliente. O contrato veda o uso desse conteúdo para treinar modelos.

Próximo passo

Quanto tempo assistencial
o seu time gasta digitando?

Escolha uma unidade e um fluxo. Em 45 minutos definimos escopo clínico, base legal e critério de aprovação do piloto.

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